Humanos iguais e diferentes
São inerentes a cada pessoa aqueles sentimentos que são conhecidos como negativos. É impossível fugirmos de momentos em que a cordialidade não é o objetivo.
Geralmente estes momentos surgem quando de alguma forma ficamos expostos a situações de estresse, ou ate nos deparamos com algo que poderia ser nosso, mas não é. Por exemplo, nos sentimos ameaçados quando no trabalho, chega aquele funcionário novo ele parece ser tão prestativo quanto nós, às vezes, ate nos supera com sua eficiência; outras vezes reencontramos aquele colega dos tempos que ainda estudávamos e nos diminuímos se por uma razão qualquer não conseguimos aquele emprego dos sonhos que ele tem, ou aquela família linda que ele formou, ou ate mesmo aquele carro do ano que o mesmo possui; nos sentimos lesados quando na fila do banco, ou supermercado esperamos “pacientemente” aquelas dez pessoas na nossa frente e quando finalmente chega nossa vez o sistema pára, ele adivinha que estamos com pressa, que temos hora marcada para retomar as atividades e simplesmente sai do ar, então o bancário ou atendente vira para você e diz: “sinto muito, o sistema saiu do ar” e a vontade que dá é “rodar a baiana” ou para ser mais fina “ descer do salto”.
Quem nunca se pegou desejando algo alheio? Quem nunca falou mal do outro? Quem nunca culpou alguém injustamente? Quem nunca esbravejou com aquele motorista mal educado que espirrou água da chuva justa no dia em que você precisava está impecável? Quem nunca insultou o chefe que pediu para procurar aquele documento no fim do expediente? Qual mulher não se sentiu constrangida com aquele descarado que insiste em te paquerar em publico mesmo com seu olhar de reprovação? Homem que nunca teve pensamentos pecaminosos quando viu aquele mulherão mesmo esta estando acompanhada? Quem já não se sentiu excluído quando ninguém respondeu o seu “bom dia”? Quem nunca desejou pular fases da burocracia e facilitar um processo? Qual profissional que nunca se pegou no limite da ética? Quem nunca errou?
Todos, sem exceção, estamos à mercê dos atos falhos, lapsos de memória ou mecanismos de defesa como diriam os psicanalistas Carl Gustav Jung e Sigmund Freud, o que pode diferenciar é a maneira como cada um lida com essas ocasiões, cabe a cada ser humano controlar aquela personalidade obscura, é função individual não se deixar levar por um momento de raiva, stress, constrangimento, seja lá qual sentimento surgir, pois mais no futuro podemos nos prejudicar. Convenhamos que existe o lado positivo de tudo que acontece, mesmo não sendo tão claro, talvez um dia entenderemos porque somos assim... antagônicos.
Geralmente estes momentos surgem quando de alguma forma ficamos expostos a situações de estresse, ou ate nos deparamos com algo que poderia ser nosso, mas não é. Por exemplo, nos sentimos ameaçados quando no trabalho, chega aquele funcionário novo ele parece ser tão prestativo quanto nós, às vezes, ate nos supera com sua eficiência; outras vezes reencontramos aquele colega dos tempos que ainda estudávamos e nos diminuímos se por uma razão qualquer não conseguimos aquele emprego dos sonhos que ele tem, ou aquela família linda que ele formou, ou ate mesmo aquele carro do ano que o mesmo possui; nos sentimos lesados quando na fila do banco, ou supermercado esperamos “pacientemente” aquelas dez pessoas na nossa frente e quando finalmente chega nossa vez o sistema pára, ele adivinha que estamos com pressa, que temos hora marcada para retomar as atividades e simplesmente sai do ar, então o bancário ou atendente vira para você e diz: “sinto muito, o sistema saiu do ar” e a vontade que dá é “rodar a baiana” ou para ser mais fina “ descer do salto”.
Quem nunca se pegou desejando algo alheio? Quem nunca falou mal do outro? Quem nunca culpou alguém injustamente? Quem nunca esbravejou com aquele motorista mal educado que espirrou água da chuva justa no dia em que você precisava está impecável? Quem nunca insultou o chefe que pediu para procurar aquele documento no fim do expediente? Qual mulher não se sentiu constrangida com aquele descarado que insiste em te paquerar em publico mesmo com seu olhar de reprovação? Homem que nunca teve pensamentos pecaminosos quando viu aquele mulherão mesmo esta estando acompanhada? Quem já não se sentiu excluído quando ninguém respondeu o seu “bom dia”? Quem nunca desejou pular fases da burocracia e facilitar um processo? Qual profissional que nunca se pegou no limite da ética? Quem nunca errou?
Todos, sem exceção, estamos à mercê dos atos falhos, lapsos de memória ou mecanismos de defesa como diriam os psicanalistas Carl Gustav Jung e Sigmund Freud, o que pode diferenciar é a maneira como cada um lida com essas ocasiões, cabe a cada ser humano controlar aquela personalidade obscura, é função individual não se deixar levar por um momento de raiva, stress, constrangimento, seja lá qual sentimento surgir, pois mais no futuro podemos nos prejudicar. Convenhamos que existe o lado positivo de tudo que acontece, mesmo não sendo tão claro, talvez um dia entenderemos porque somos assim... antagônicos.


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