Diário da mamãe: Minha família, meu maior tesouro.
Há sete anos, eu não tinha noção de nada, era rebelde, insensata, tola,
descontrolada e vivia numa infinita insatisfação: era uma aborrecente ou pelo
menos agia como tal.
E ao longo de meu namoro com o Cássio, não ficamos livres de todos os
problemas de relacionamentos imaturos (na verdade éramos dois aprendizes e
ainda somos). E depois que decidimos morar juntos as diferenças só aumentaram
ao passo que nossa cumplicidade também.
Quando casamos, já éramos bem diferentes daqueles dois jovens
inconsequentes, intolerantes e por vezes egoístas de anos atrás. Estávamos
certos do que era o melhor, de que seríamos abaixo de Deus o porto seguro um do outro.
Eu amo lembrar de ouvir em todas as nossas conversas sobre aquele tempo,
quando ele me diz: “Quando eu pensava em casamento sempre vinha tu na minha
cabeça... mesmo que eu não quisesse”.
Ouvir isso me refaz, me completa e significa que não escolhi errado,
afinal foi Deus quem escolheu por mim, ou melhor, por nós.
E hoje esse amor que nasceu tão incerto, tão ingênuo, puro, frágil e
derradeiro tornou-se eterno, sábio (essa qualidade se constrói a cada dia com o
desafio do casamento, risos), solidificado e o melhor: na verdade sempre fomos
o primeiro amor de cada um.
Meu namorido, my husband, meu esposo, meu porto seguro e esconderijo,
meu par perfeito, pai dos meus filhos (por enquanto do meu Calebe e quem sabe
de nossa pequena Isabelle), meu pedaço, simplesmente meu.
Deus nos presenteou com nosso primogênito, nosso guerreiro Calebe. Nosso
primeiro bebê Calebe Hudson.
E eu sou muito feliz por ter vocês. A vida se mostra a cada dia em seus
extremos para nós: fácil e difícil, difícil porque aprendemos com nossos
desafios e fácil porque temos nosso escudo particular: VOCÊ E EU e daí a vida
tem a cor que a gente pinta. E com Jesus na frente, não temos o que temer.
Eu te amo.
“Eu sou do meu amado e o meu amado é meu”
Cantares 6-3a
![]() |
| E quando o amor não coube só em nós, chegou nosso Calebe. |



Comentários