Surta ou cuida? Cuida.
É necessário ter saúde mental para ter filhos.
Parece óbvio mas não é simples assim: ninguém nasce com uma fórmula pronta para seu descobrimento como ser humano e todas as implicações que isso traz.
Eu tenho quase certeza que andei romantizando o fato de ser mãe de um, dois, três ou mais filhos toda vez que falei por aí que queria ser mãe de 3 crianças.
E não é apenas pela questão financeira, ou que criar filhos nesse mundo louco tem sido cada dia mais difícil, é simplesmente porque você é responsável por toda a carga emocional e física de outra pessoa. Especialmente a mãe quando abre mão da vida profissional para ficar exclusivamente com a criança, precisa ter um emocional equilíbrado, caso contrário ela vai surtar mesmo que ela não queira isso… uma hora a corda arrebenta e ela vai gritar pro mundo ( no caso pros filhos) que não aguenta mais…
E aí vem a bomba:
Nós somos os únicos responsáveis pela formação emocional dos nossos filhos! Em um mundo de urgências, compromissos, correria, crises, desamor e guerra, não há compromisso mais crucial que olharmos para eles com amor e não só, mostrarmos esse amor a eles através de nossa paciência com a imaturidade deles.
O amor que damos a eles todos os dias nos mínimos detalhes é o alimento que ficará guardado para sempre em seus corações e os ajudarão a lidar com as diversas situações de desafios na vida, sobretudo de relacionamentos.
Eu pensava que estava dando amor pro meu Calebe da maneira correta, até chegar nessa fase de ter que dividir o tempo também com o caçula Cadmiel. E aí eu cheguei num ponto de ter que recorrer a literatura (ainda bem) para saber que o amor é uma linguagem singular para cada ser e não universal. Na verdade o universal seja no sentir, agora o dar e o receber isso é particular de cada ser humano. Até os animais tem sua linguagem do amor!
Claramente nossos filhos tem maneiras singulares de se sentirem amados por nós. E somente pais compromissados em criar as melhores memórias afetivas e ser humanos preenchidos de amor. colocam como prioridade encher o tanquinho de amor dos seus filhos.
Com a leitura descobri que existem 5 tipos de linguagem do amor das crianças e que normalmente elas tendem ao longo dos anos a preferir uma forma de ser amado, ou melhor, de sentir o amor dos seus pais, ainda que estes a digam que a amam.
Infelizmente eu não tenho o livro em pdf para compartilhar, mas se você está atrás como eu de melhorar seu relacionamento com o seu filho ou filha, ou que pensa que esgotaram as maneiras de lidar com comportamentos imaturos deles e até mesmo seu, invista nesse livro, garanto que o único arrependimento vai ser de não ter lido antes, chama-se “As 5 linguagens do amor das crianças” de Gary Chapman e Ross Campbell.
Eu ainda estou lendo e a cada página me descubro mais como filha, sobretudo como mãe e assim entendo o Calebe no auge dos seus 9 anos🥲.
Ser mãe hoje é o maior desafio que uma mulher pode ter na vida, aliás, sempre foi!
Força!
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