Diário da mamãe: O que esperar quando você está esperando?



Eu assisti esse filme recomendado por uma amiga (Carley Bia), eu achei bem divertido. Cheio de momentos bem descontraídos  com mulheres, as quais cada uma com sua particularidade em relação ao momento maternidade. Confesso que não me encaixei perfeitamente em um modelo apresentado, o que percebi foram flashes que remetiam a minha personalidade antes e depois da gestação e principalmente quanto às expectativas delas, principalmente a personagem interpretada por Jennifer Lopez, a fotógrafa que queria muito e conseguiu adotar uma criança ( o nome do bebê dela é igual ao meu, Calebe, risos) .

Bom, na verdade citei esse filme porque como estou nas três últimas semanas de espera pelo parto, lembro das cenas dos partos, e nossa! Ri muito, meu esposo e eu nos acabamos de ri com as caras das parturientes. Mas na realidade, eu estou naquela fase do tema do filme: O que esperar, quando você tá esperando? Eu não sei! Aprendo a cada dia. São tantas mudanças, as emoções do final da gestação já não são as mesmas do inicio, a ansiedade e o medo do desconhecido me consomem e daí eu recorro a livros, artigos, amigas, blogs, mãe, sogra, médico, qualquer pessoa que queira me esclarecer ou falar algo que já ouvi zilhões de vezes, mas não canso de ouvir e reaprender de novo. E você acha que isso me satisfaz? Não. Quem é mamãe sabe que não! Principalmente se for mamãe de primeira viagem como eu.

Estou hoje com 36 semanas e 5 dias, e quero muito que continue tudo bem até o fim da gestação para que eu possa ter parto normal, definitivamente parto cesário não me agrada, entretanto tenho consciência que se for necessário terei que optar por este tipo de parto, afinal tudo pela saúde do meu bebê e da minha também para poder cuidar do meu princeso.

Esses dias tem sido muito corridos, estou finalizando a arrumação do quarto dele, que antes era meu e do my husband, estou terminando de lavar suas roupinhas, finalizando decoração de natal e ainda andando pelo centro comercial atrás de detalhes que possam faltar.

Hoje é “dia do amor”, ou seja, dia de comemoração do casal Leal por mais um mês juntos (e é a data do namoro porque ainda tem duas datas importantes até agora: do primeiro beijo e do casamento: 12 de junho e 22 de setembro respectivamente) e não sou a única que lembro, ele lembra, ufa! Pelo menos isso, risos.
Nós saímos, fomos procurar bolsa da mamãe e sutiãs de amamentação, esse foi meu presente do Dia do amor, que agora está mais completo e tem mais sentido de existir ^^’

Eu deveria está dormindo talvez, aproveitando minha folguinha, mas não consigo, fico na frente do notebook vendo fotos, vídeos, lendo reportagens, lendo blogs, conversando com pessoas, ouvindo música (o que estou fazendo agora enquanto digito) e meu percurso em casa é por enquanto neste momento: geladeira, banheiro, notebook.

Um turbilhão de sentimentos me invadem. E por vezes me sinto só, afinal passar a gestação inteira longe de amigos, família e todos aqueles que queriam compartilhar com você esse momento lindo é maldade e tanto. Mas foi a nossa escolha né? Conforme já contei no post “Quando arriscar é necessário”. O que ainda me conforta e me distrai é meu bebê e as novas amizades virtuais (por enquanto) que fiz com mamães do Grupo Gente Miúda, vi que não sou a primeira, única e estou longe de ser última a sentir esse mister de emoções pertinho da possível data de nascimento do Calebe.

Na próxima segunda, tenho consulta com o obstetra e já tenho uma listinha imensa de dúvidas para esclarecer. Será também na semana seguinte que iremos conhecer a maternidade e conheceremos a futura pediatra do meu anjo que irá nos acompanhar no parto.

Graças a Deus já estou de regime domiciliar e tenho mais tempo para caducar com o final da gestação. Por hoje é só, depois tem mais. Estou tentando organizar o blog por blocos para não misturar as histórias da minha efêmera e linda vida que Deus me deu *_*.
" Se fosse eu que tivesse planejado, não teria sido tão perfeito. Obrigada Jesus"





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